Wednesday, January 04, 2012

Um lugar no mundo - Cinque Terre


Na terceira vez que fui a Italia, o programa da viagem incluia as Cinque Terre, cinco pequenos lugarejos a beira mar, na Costa da Liguria. Quando vi as fotos na internet, tomei susto: Parece a Contorno. Nada a ver. As cidades foram construidas sobre encostas, sim, até as plantações de uva são enladeiradas. Mas os lugares, pouco tem a ver com as favelas brasileiras. Proximo a Levanto, Rapallo, Genova e Sta Margarida da Liguria, o trecho de 8 km de litoral, hoje um parque nacional, engloba Monterosso, Rio Maggiori, Corniglia, Vernazza e Manarola.

As cidades se parecem pois têm casinhas pintadas em tons de terra, rosa, amarelo, e janelinhas verdes. Estas localidades, que junto com Porto Venere e as ilhas de Palmaria, ilha de Tino e Tinetto foram declaradas em 1997 Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, são caracterizadas pelo relevo montanhoso próximo ao mar.

De um lugarejo para outro, dá até para ir andando. São trilhas bem sinalizadas que contornam penhascos e pedras onde os banhistas passam horas e horas tomando sol. Quase nenhum carro anda pelas ruas das cinco cidadezinhas. De uma para outra, pode-se ir, tambem, de trem ou de barco apesar do mar ficar meio agitado em certas horas do dia.

Cinque Terre é uma região lindissima, com mar bastante preservado e muito procurado principalmente durante os meses de julho e agosto, o alto verão italiano. As praias, nessa época ficam literalmente entupidas de gente. Nos vilarejos, muitos barzinhos, restaurantes, principalmente de frutos do mar, e muitas lojas vendendo lembrancinhas e artesanato (se não quiser bugingangas, vá a Genova ou La Spezia, maiores e melhores).

Pedagio, supermercado e Fina Estampa


Engarrafamento de alguns quilômetros na Estrada do Côco fez a ida e a volta do reveillon se prolongarem por algumas horas. Motivo: o pedágio se torna insuficiente para atender a demanda nessas ocasiões. Aquilo lá precisa ser repensado.

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O baiano amanheceu com a despensa vazia na segunda-feira, dois de janeiro. Só isso explica as enormes filas em alguns supermercados da cidade. Principalmente no final da tarde, na hora em que todo mundo vai comprar pão e coisinhas para o lanche.

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As revistas de fofoca apelam mesmo. Dessa vez, uma delas anuncia que Marcela, da novela Fina Estampa, está viva e que vai voltar para atormentar Tereza Cristina, cujo segredo seria o de ser pobre e conseguir fortuna cometendo alguns assassinatos.

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Falando nisso, que mal feita a cena do incêndio na casa de Pereirão. Ferdinand deu todas as bandeiras de que ele foi o autor do atentado e ninguem reparou. Pior foi o tal do Antenor mais preocupado com os livros de medicina do que salvar a irmã. Realmente, um horror.

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Lamentavel e muito chata a repercussão negativa de um certo evento que levava o nome (ou o apoio, sei lá) do sindicato dos jornalistas. Aconteceu tudo na surdina como se fosse uma reunião clandestina dos tempos da ditadura e o povo se retou. Com toda razão. Pior que nesses eventos de jornalista o que rola de bicão se fazendo passar por um de nós.

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Boa noticia: Gloria Perez já está escrevendo a próxima novela das nove. Ainda bem, porque Fina estampa está dificil de engolir. Dessa vez, segundo informações, Gloria deverá ambientar sua historia na Turquia, um pais belissimo, rico em tradições e com uma culinária fantastica. Promete.

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A pracinha em frente ao Colégio N.S. da Luz virou um favelão a ceu aberto. Alias a Pituba inteira está infestada de gente que tem onde morar, tem trabalho, mas resolve se aproveitar da industria da esmola e de presente de natal acampando na rua.

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O pior programa que a Globo podia inventar: Bem Estar. Uma sessão futilidade pública sem pé nem cabeça apresentada por uma dupla que vou te contar. O cara é meio gordo, barrigudo, tirado a engraçado. A moça interrompe os entrevistados. E os temas? Com tanto problema de saude e eles falam em cabelo e unha.

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A Transalvador devia fiscalizar as ruas da Pituba. Tem mais PERUA falando no celular enquanto dirige do que malandro no porto da Barra. Os carros sobem na calçada de pedestre em alta velocidade e algumas PERUAS (sempre essa raça ordinária) ainda mandam os pedestres andar pelo asfalto.

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Os carros invadem os sinais, param nas faixas de pedestres, quando a gente reclama com os raros fiscais que aparecem ouvimos “NÃO PODEMOS FAZER NADA”… e coisa e tal. Sem falar na CARGA E DESCARGA feita por caminhões gigantescos 24 horas por dia, 30 dias no mes…

Bicho da vez - Bacalhau, o rei das mesas


Bacalhau existe? Segundo alguns estudiosos, não. Bacalhau não existe. É apenas o jeito de salgar alguns peixes do gênero gadus. A origem do termo não é clara mas há quem aposte que vem do basco bakailaoa ou do frances cab(e)liau ou cabillaud. Seja lá como for, essa delicia das mesas, ligada principalmente a culinária portuguesa, existe nos cardápios como Bacalhau a Bras, a Gomes de Sá, Zé do pipo, nas natas, e muitas outras receitas.
Brincadeiras a parte, Bacalhau é, na verdade, o peixe encontrado nos mares da Noruega principalmente. Seu nome científico é Gadus Morhua, mas é conhecido internacionalmente como Cod. Pertence à família dos gadídeos e é o mais conhecido dos peixes de águas frias do mar Atlântico Norte, no Círculo Polar Ártico. Dele se aproveita tudo: sua carne é consumida em todo o mundo (seja fresco, defumado ou salgado e seco ), do fígado se extrai óleo e da bexiga se faz cola.

Cresce rápido e a fertilidade das fêmeas é excepcional: põem de 2 a 8 milhões de ovos por ano - os que sobrevivem alcançam 40 cm em dois anos, 1m aos vinte. Nesta idade, o peso é de aproximadamente 50 kg. Por ser estenoterno - habituado a uma determinada temperatura - o bacalhau viaja constantemente, a fim de permanecer em águas propícias. Por isso, ele é encontrado nos mares da Noruega, Rússia, Islândia, Canadá e Alaska. È no Mar da Noruega, entretanto, que se dá a pescaria do bacalhau.
Outros peixes, no entanto, também são transformados em bacalhau ou algo parecido: o Saithe, o Ling e o Zarbo, que também são peixes salgados e secos. O quinto peixe é o Cod Gadus Macrocephalus , o Bacalhau do Pacífico ou do Alaska. Já em Moçambique e na Guiné-Bissau, chama-se bacalhau ao Rachycentron canadum (Beijupirá). No rio Amazonas encontra-se o Arapaima Gigas (pirarucu), que é conhecido também como "bacalhau-da-amazônia. O bacalhau foi introduzido na alimentação inicialmente pelos portugueses, que durante as grandes pescarias, já realizavam o processo comum de salga do pescado desde o século XIV, época das grandes navegações.

fonte: wikipedia e site O mundo do bacalhau

Thursday, December 29, 2011

Retroespectiva 2011 : Novelas



Cordel Encantado foi a grande novela de 2011. Prova que, para fazer sucesso, não é preciso ser fiel a realidade e nem passar só violências e baixarias. Uma faixa de horário que Matou a pau foi o Vale a pena ver de novo que trouxe de volta duas grandes novelas: O Clone e Mulheres de Areia. Num raio xis do que aconteceu em 2011, temos:

Cordel Encantado – Um encanto de novela que a Globo, num lampejo de lucidez, resolveu exibir as 18 horas. Os duetos e duelos entre princesa e plebeu, nobres e foras da lei, bandidos agradaram em cheio. Foi gol de placa para um horario que, antes disso, vinha apresentando mesmices e historinhas chatas.

Morde e Assopra – No horário das 19horas, Walcyr Carrasco assinou a historia que trouxe um par romântico formado por Adriana Esteves e Marcos Pasquim, uma dupla que vem dando certo desde a divertidissima Kubanacan. Mas outros personagens roubaram a cena como o gay Aureo, o casal Zaza e Minerva, e o robô Zariguim alem da menina Tonica. Chata e forçada foi a participação de Cassia Kiss como a faxineira Dulce. Do meio pro fim da novela ficou cansativo.

Rebelde – Remake brasileiro do sucesso mexicano, a novela vem agradando a molecada com suas tramas ingênuas que lembram os primeiros tempos de Malhação. Os meninos são bonitinhos, a música simpática, mas o problema é que está se estendendo demais e falta alguma consistencia no texto. No mais, é tudo bonitinho, certinho e vai por ai.

Vidas em Jogo – quem tiver mais o que fazer, nem veja esta novela. Pura baixaria e violência que a Record apresenta 23 horas. ùnica ressalva para a atuação de Thais Ferçosa que acaba se sobressaindo mais do que a mocinha (chata, aliás) Juliane Trevisol.

Insensato Coração – Chata e com excesso de violência, é o tipo de historia a ser esquecida. Alias, que novela, heim? Acabou que os bandidos Norma e Leo se sobressairam mais do que os herois Marina e Pedro. Bom, não dá pra comparar Paola Oliviera com Gloria Pires, nem Eriberto Leão com Gabriel Braga Nunes (perfeito como o bandido quase psicopata que não mostrava emoções)

Wednesday, December 21, 2011

Bicho da vez - Polvo, presença no natal lusitano



Quem anda por que anda com vontade de comer um arroz de polvo nesse natal, pode ir tendo certeza de que não há nada de estranho em acrescentar esta iguaria ao peru, ao tender e ao bacalhau na mesa natalina. Os portugueses costumam servir polvo na ceia natalina. Pelo menos, foi o que o elenco portugues de uma das novelas da Globo mostrou no video show.

Mas que bicho é um piolvo? Em filmes e desenhos animados, é mostrado como um monstro assassino que mata com ventosas e uma tinta mortal. Em Bob Esponja, o mal humorado Lula Molusco é um polvo. Os polvos são moluscos marinhos da classe Cephalopoda e da ordem Octopoda, que significa "oito pés". Possuem oito braços com fortes ventosas dispostos à volta da boca. Como o resto dos cefalópodes, o polvo tem um corpo mole mas não tem esqueleto interno (como as lulas possuem) nem externo (como o nautilus). Como meios de defesa, o polvo possui a capacidade de largar tinta, camuflagem (conseguida através dos cromatóforos) e autotomia de seus braços.Os polvos não possuem tentáculos, mas sim 8 braços, ao contrário das lulas e sépias que, além dos 8 braços, possuem 2 tentáculos, que actuam na hora da reprodução. Dado que os seus membros são usados na locomoção, também se pode referir aos polvos como octópodes, que têm 8 pés à semelhança do argonauta.

Todos os polvos são predadores e alimentam-se de peixes, crustáceos e invertebrados, que caçam com os braços e matam com o bico quitinoso. Para auxiliar à caça, os polvos desenvolveram visão binocular e olhos com estrutura semelhante à do órgão de visão do ser humano, que têm percepção de cor.

Algumas Imagens


Olha o Sorvete - Faz tempo que eu não via um sorvete assim. Até os carrinhos da Kibon sumiram das ruas de Salvador. Antes, tinha a sorveteria primavera que vendia sorvetes em carros como esse da foto. Essa sorveteria ambulante é de St John, Ilhas Virgens Americanas, Caribe.


antes que vire predio - Esta casa ocupa uma colina na Ladeira da Barra e foi lá que morou o banqueiro Clemente Mariani. Do jeito que anda a especulação imobilizaria aqui em Salvador...


Cinque Terre - Um dos lugares mais interessantes da italia é o parque das Cinque Terre. São cinco pequenas cidades na Riviera da Liguria. De uma para outra, pode-se ir de trem, de barco ou mesmo a pé. Vale a pena.

Friday, December 09, 2011

programas de auditorio – tudo como antes…



Chega fim de semana e gritaria, mulheres histéricas afim de ganhar uns trocados, casais que não se importam de lavar roupa suja fora de casa, meninas querendo namorados, famosos posando de oessoas simples e normais, crianças prodigio e outras coisinhas comuns e incomuns tomam conta da televisão, especialmente nos canais abertos. São os programas de auditorio. Herança do rádio (talvez venham de antes, do circo, dos teatros de variedadas, mas eu não tenho certeza), eles persistem até hoje com as velhas formulas de sempre: show de talentos, quiz games, e muita pieguice em quadros que oferecem premios mirabolantes como dinheiro para abrir um negocio, viagem de volta pra casa, reforma em casa ou nos carros. Alguns não chegam a ser programas de auditorio propriamente ditos mas têm uma plateia ao vivo, como o CQC. A grande maioria, entretanto, não passa de uma grande cafonice. Mesmo que todas as emissoras tenham seus shows de auditorio, a campeã é o SBT que tem algumas das “pérolas” da cafonice com plateia como o Raul Gil e o Casos de Familia.

Raul Gil
– Nada mais cafona do que aquele microfone dourado e as menininhas com vestidos de frufru cantando musicas da Broadway. Chato e dispensável.

Casos de Familia
– Suprassumo da grosseria e da cafonice, uma apresentadora histerica conduz discussões que só faltam chegar as vias de fato entre as familias que vão lavar roupa suja ao vivo. Um horror que ninguem de bom senso aguenta.

Roda a Roda – Tambem do SBT, já se chamou Roletrando. Agora reune revendedor e consumidor dos cosméticos produzidos e comercializados por Silvio santos e seus familiares. Apesar da formula antiga, é interessante apesar das tentativas do apresentador em tentar advinhar as palavras antes dos concorrentes.

Caldeirão do Huck – Eis alguem que fez um caminho involutivo. Tinha um programa engraçado e irreverente na Bandeirantes e hoje copia formulas de outros programas como o de Gugu. È chato, abusa da pieguice em quadros como lar Doce Lar, mas tem gente que assiste.

Domingão do Faustão – Não é dos piores mas não nada de especial. Alguns quadros têm audiência record, como a Dança dos Famosos. Mas, o apresentador grita muito e tem a péssima mania de interromper os entrevistados.

Tudo é possivel - Apresentado por Ana Hickman aos domingos na Record no mesmo horário do programa de Eliana 9ex-Record) no SBT. Os dois programas (o de Ana e de Eliana) tem quadros semelhantes. No de Ana o melhor é a maratona do humor, mais dinâmica e divertida do que o “quem chega lá” do Faustão.

Um milhão na mesa – no SBT com Silvio Santos na apresentação. Um quiz game interessante. Mas irrita ver o apresentador as vezes deixando os nem sempre bem preparados participantes nervosos e atrabalhados. Uma opção ao futebol das quartas-feiras.

Xuxa - O programa de Xuxa, em relação aos outros, é legalzinho, divertido e esse ano apresentou um concurso de corais bem ao estilo da série Glee. desde que abandonou o posto de rainha dos baixinhos, trocou as maria=chiquinhas por um cabelo mais curto e óculos de ler, Xuxa ficou mais engraçada. Assistir não compromete.

Thursday, December 08, 2011

Que fim levou: algumas das atrizes sumidas de Mulheres de Areia


Exibida atualmente no horario da tarde dentro da programação Vale a pena ver de novo, a novela Mulheres de Areia, alem de ser uma oportunidade de rever grandes atores que já faleceram como Raul Cortez, Carlos Zara e Adriano Reyes, traz algumas carinhas que andavam sumidas do video. Por onde elas andam? Confiram:

Karina Perez – a socialite Andrea, de mulheres de Areia, deixou a carreira de atriz e vem se dedicando somente à família. Ela atuou bém em Tropicaliente, Malhação e Por Amor e em alguns episódios do Você Decide. Atualmente ela trabalha com artes plásticas.

Alexandra Marzo – (foto acima)  fez a Carola, irmã de Andrea. Filha de Betty Faria e Claudio Marzo, Estreou na Televisão na novela Hipertensão da Globo, onde já se destacou com a personsagem Taís. Sua capacidade de interpretação e a semelhança física com a mãe, ajudaram a alavancar sua carreira. Dentre suas personagens, destacou-se como a Sílvia em "O Salvador da Pátria", a Giulia em "Top Model", a Carola em "Mulheres de Areia", a Suzy em "Malhação" e Lili, em "Suave Veneno". No Cinema fez "Banana Split", "Jubiabá" e "Um Céu de Estrelas". Desde 2004 está afastada da T¨V.

Gabriela Alves – a Glorinha, irmã de Tonho da Lua, é filha da cantora e atriz Tania Alves. Começou cedo em televisão. Fez vários trabalhos, depois se afastou e ficou dez anos sem fazer novela. Voltou este ano no elenco de Amor e Revolução do SBT.

Eloiza Mafalda – Manuela, em Mulheres de Areia, uma atriz conhecidíssima do grande público. Na década de 1970 ela foi a Dona Nenê (Irene Silva), na primeira versão de A Grande Família, da TV Globo, ao lado de Jorge Dória, que fazia o Sr. Lineu. A atriz se destacou em várias novelas da Globo como a Maria Machadão em Gabriela (1975), a Maria Aparadeira em Saramandaia (1976), a Consolação em O Astro (1977), a dona Mariana em Paraíso (1982) e a Gioconda de Pedra sobre Pedra (1992). Mas sem dúvida seu maior sucesso foi a dona Pombinha Abelha em Roque Santeiro (1985). Atualmente, ela sofre de alzheimer. Além disso ela convive com as sequelas de uma fratura no fêmur, após um tombo em casa.

Wednesday, November 30, 2011

Bicho da vez – Peru, o enfeitado



Quem chama uma mulher com excesso de enfeite de perua comete um erro: não é a perua que anda com a cauda empinada fazendo estardalhaço. É justamente o macho que usa da cauda em leque e da voz (o famoso glu glu glu) para cortejar a fêmea. Originário das Américas, o peru é uma ave comestível e é bastante servido no final do ano, especialmente no Natal.
Peru é o nome que se dá as aves galiformes do gênero meleagris e existem tanto perus domésticos, criados em granjas, como espécies selvagens. Ele se alimenta de grãos e insetos. Tanto o macho como a fêmea tem a cabeça e o pescoço descoberto de penas. Geralmente suas penas tem coloração preta, castanha ou até mais clara. Somente o macho possui um apêndice carnoso sob o bico chamado carúnculas. Medem até 1,17 m de altura.
O Peru foi levado para a Europa no século XVI, mais precisamente em 1511 e passou a ser uma iguaria bastante apreciada. O peru selvagem foi domesticado pela primeira vez no México há mais de mil anos, mas, no começo do século XX, havia desaparecido em grande parte dos Estados Unidos. Nos últimos anos o peru começou a ser reintroduzido a seu lugar de origem com aparente sucesso.
Em estado selvagem vivem em grupos de até 20 aves em lugares próximos a árvores. Normalmente caminham mas também podem voar. Perus selvagens pesam de 8 a 10 kg o macho e de 4 a 5 a fêmea. Mas quando domesticados podem chegar a pesar mais de 15 kg. Isto se deve a processos de seleção e uma alimentação própria para aumentar o rendimento de carne para o consumo humano. Atualmente pouco se vê um peru ao vivo nas grandes cidades. Eles são criados em cativeiro e em escala industrial.
Fonte: site Recanto das Aves e Wikipedia

Tuesday, November 29, 2011

Temporada de férias


Para quem quer viajar pelo Brasil, pelo exterior, por mar, ar ou terra, está na hora de escolher alguns dos roteiros disponíveis nas agencias de viagem.
Reveillon em Natal – 5 dias - ......................... R$2510 (a partir de)
Curitiba com Ilha do Mel (dezembro e janeiro)..R$ 980,00 (a partir de)
Reveillon em Paris (8 dias)......................... R$ 5280,00 (a partir de)
Fortaleza – Carnaval – 5 dias................... R$ 1550,00 (a partir de)
Chapada Diamantina – 8 dias (dezembro)......R$ 1670,00 (a partir de)
Nordeste – 16 dias (dezembro)..................... R$ 3000,00 ( a partir de)
Londres e Paises Baixos – 9 dias – dezembro e janeiro- . R$ 1940,00 (a partir de)
Londres e Paris – dezembro – 10 dias......... R$ 5840,00 (a partir de)
Panamá – dezembro – 7 dias.................... R$ 3030.00 (a partir de)
Dubai – oito dias – janeiro..................... R$ 5770,00 (a partir de)
Esses preços podem ser parcelados
Fonte: CVC

Tuesday, November 08, 2011

Um lugar no mundo


Hoje estava me lembrando como o "um lugar no mundo" começou> Foi meio de brincadeira em um dos meus fotologs. Eu catava foto na net, colocava um titulo "tal lugar existe". Os primeiros foram assim até que um dia eu pensei: porque não acrescentar uma pequena pesquisa sobre o lugar. Fui fazendo assim, com lugares que eu conheço, que eu não conheço, etc.

Nos ultimos tempos vinha postando apenas fotos com textos-legenda curtinhos. As viagens e os lugares me inspiraram um blog vizinho o Meu Mundo e Tudo Mais (sim o titulo é uma homenagem à música de Guilherme Aranges), que eu ainda estou estruturando (mas podem visitar e seguir, sim0.

Enquanto isso, vamos continuar com a coluna Um Lugar no Mundo. Dessa vez, com um lugar pra lá de especial onde eu já estive TRES VEZES, e vou outras milhares de vezes. Adoro Veneza, um lugar mágico apesar de eternamente supoerlotado de turistas e visitantes.

Veneza (em italiano: Venezia, em vêneto: Venexia, AFI: [veˈnɛsja]) é uma cidade e comuna italiana da região do Vêneto, província de Veneza no nordeste de Itália. Tem cerca de 271 009 habitantes e é conhecida pela sua história, canais, museus e monumentos. A comuna de Veneza estende-se por uma área de 412 km², incluindo as ilhas de Murano, Burano e outras na lagoa de Veneza, tendo uma densidade populacional de 646 hab/km². Faz fronteira com Campagna Lupia, Cavallino-Treporti, Chioggia, Jesolo, Marcon, Martellago, Mira, Mogliano Veneto (TV), Musile di Piave, Quarto d'Altino, Scorzè, Spinea. A parte de Veneza em terra firme é a fracção comunal de Mestre.

A cidade foi formada num arquipélago da laguna de Veneza, no golfo de Veneza, no noroeste do mar Adriático. Tornou-se uma potência comercial a partir do século X, no qual sua frota já era uma das maiores da Europa. Foi uma das cidades mais importantes da Europa, com uma história rica e complexa e um império de influência mundial comandado pelos doges, os líderes da cidade. Como cidade comercial, tinha várias feitorias e controlava várias rotas comerciais no Levante. Eram suas feitorias cidades como Negroponto e Dyrrhachium (atual Durrës), assim como ilhas inteiras: Creta, Rodes, Cefalônia e Zante, por exemplo. O historiador Fernand Braudel classificou-a como a primeira capital econômica do Capitalismo.

O patrono da cidade é São Marcos (festa em 25 de abril). A festa do povo do Véneto é celebrada em 25 de março, data da fundação da cidade.

É classificada como Património da Humanidade pela UNESCO. Dos muitos monumentos e locais turísticos existentes, destacam-se a imponente Basílica de São Marcos, na adjacente Praça de São Marcos, a famosa Ponte de Rialto sobre o Grande Canal, construída em 1588 segundo projeto de Antonio da Ponte, a Ca' d'Oro e numerosas igrejas e museus.

Veneza é ainda famosa pelos seus certames internacionais, como o Festival de Cinema e a Bienal de Artes, pela Regata Histórica, que ocorre no primeiro domingo de setembro, pelo fabrico de vidro, pelo Carnaval de Veneza, pelos casinos e pelos seus passeios românticos, levando muitos casais a passarem suas luas-de-mel.

Nesta cidade nasceram os Papas Gregório XII, Eugênio IV, Paulo II, Alexandre VIII, Clemente XIII e Pio X, além de numerosos artistas e arquitectos como Antonio Vivarini (1440-1480), Antonio da Ponte (1512-1595), Tintoretto (1518-1594) e Canaletto (1697-1768). No campo da música, foi aqui que nasceu e viveu Antonio Vivaldi (1678-1741).

(os datos historicos são do Wikipedia)


Na primeira vez, eu fiquei em Castelfranco, uma cidade próxima, tambem no Veneto, e muito simpatica. Passei o dia em Veneza e voltei no ultimo vaporeto. Na segunda, foi engraçado. Em vez dos dias ensolarados e de céu muito asul, chovia horrores, teve maté alta, e nevou em Veneza. Sim, Nevou. Alguem dizia "Puxa, não sabemos como isso pode acontecer. Veneza raramente neva". Mas nevou. E andar nas passarelas por casa da maré alta foi uma experiência única. Na terceira vez, ficamos num hotel bacaninha perto da Praça São Marcos, que é um programa obrigatório. Ou para ver as vitrines caríssimas, ou pra sentar num dos bares e cafés e tomar uma ou simplesmente ficar flanando por lá e ouvindo os músicos que se apresentam na área (oficialmente, nos bares, ou extraoficialmente fazendo performances no meio das ruas).




Saturday, November 05, 2011

Chuva sim, mas não fora de hora



Bastou ter um mês mais chuvoso e o povo fica dizendo que é “castigo de Deus” porque a Bahia adotou o horário de verão. Mas, o povo esquece que em Salvador chove o ano inteiro, inclusive no verão.
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Outra ilusão é dizer que as marés mais altas são as de março. Em setembro, segundo dados da marinha, ocorrem marés tão altas quanto as de março. Deve ser por causa das mudanças de estação.
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Com as chuvas e a temperatura mais fria, o povo mudou o figurino e em vez de bermuda e camiseta estão andando de jaquetas, pachminas e até suéteres e casacos (leves, claro) pois mesmo com a chuva as temperaturas ainda estão altas.
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Sobre a ponte ligando Salvador a Itaparica, pergunta-se: será que vale a pena? Entre a vantagem de ter uma viagem mais rápida e as desvantagens de desfigurar a paisagem, arriscar vidas de operários e trabalhadores, e agravar os problemas sociais da ilha o que pesa mais tem  que ser levado em conta.
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Enquanto isso, caminhões de carga continuam trabalhando livremente na Pituba, Itaigara, Orla e outros bairros da cidade. Bem verdade que alguns são de menor porte do que os de antes, mas mesmo assim param em cima de calçadas de pedestre.
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Mais leis de trânsito desrespeitadas: o velho habito de dirigir e falar ao celular, obrigar os pedestres a andar no meio da rua porque as calçadas ficam empestiadas de carros de peruas que não podem estacionar longe dos salões de beleza e butiques de luxo, entrar pela contra mão com a desculpa de “pouco movimento” ou que “não vem ninguém”.

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Algumas vitaminas, só porque levam a "griffe" de marcas famosas e porque são destinadas mais a estética do que outra coisa, estão custando verdadeiras fortunas. Pior para quem precisa tomar esses suplementos e evitar problemas de pele ou queda de cabelo.


Thursday, November 03, 2011


Fim de ano, época de comprar coisinhas novas para as festas de confraternização e para o verão que se aproxima, então, alguns preços de coisinhas básicas:
Sandalia com salto de plataforma ................... R$ 159,90
Bolsa carteira ............................................R$ 169,90
Cinto.............................................. R$ 99,90
Sandalia rasteira bordada a mão..................... R$ 179,90
Sandalia de salto com fios de couro........................R$ 259,90
Peep toe...............................R$ 169,90
Scarpin –................................................ R$169,90
Bolsa tiracolo colorida............................................ R$ 300,00
Fonte: Catalogo de verão da loja Shoestock, Sâo Paulo

Bicho da vez – Casuar, grandão e esquisito


Quem vê este animal no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, logo se pergunta “que bicho é esse?” Casuar, ave da Nova Guiné, tímido por um lado, agressivo por outro, uma das três maiores espécies de ave existentes na terra (as outras duas são a avestruz e a nossa Ema). O Casuar lembra um peru gigante, tem uma crista esquisita, patas enormes com um gancho metálico que o deixa capaz de matar alguém que lhe provoque (fora isso, dizem as pesquisas, ele é até tímido). O habitat preferencial do casuar são zonas florestais, onde haja um grande número de árvores disponíveis para produzir os frutos de que se alimentam. Neste ambiente o casuar desempenha a importante função ecológica de dispersar as sementes das árvores. O casuar tem papel importante na mitologia da Oceania representa geralmente uma figura maternal.
A plumagem do casuar é abundante e de cor acinzentada, com penas coloridas na base do pescoço. Estas aves têm uma crista encarnada no alto da cabeça, que cresce devagar durante os primeiros anos do animal e com função desconhecida. O casuar é uma ave ágil, que pode correr a cerca de 50 km/h e saltar 1,5 m sem qualquer balanço. São animais normalmente pacatos e tímidos que no entanto podem ser extremamente agressivos e perigosos para o Homem para proteger o ninho ou as suas crias.
Na época de reprodução os machos reclamam um território e procuram atrair uma fêmea, que permanece apenas, até pôr entre de 3 a 5 ovos. Após a postura a fêmea abandona o ninho e pode eventualmente acasalar noutro território. Os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes. Os juvenis são de cor acastanhada e só ganham a plumagem típica do adulto por volta dos três anos.
O casuar é uma ave importante para o Homem há centenas de anos como fonte de proteína através da carne e dos ovos. Algumas tribos nativas têm o hábito de assaltar os ninhos e criar os juvenis até à idade adulta, quando são vendidos ou mortos para consumo local; no entanto o casuar nunca foi completamente domesticado. È considerado “brabo” e uma placa no parque adverte aos incautos que uma simples patada pode matar alguém.
Fonte: Wikipedia

Tuesday, November 01, 2011

Baia de Todos os Santos - 510 anos - parte 3


Hoje, aniversario da Baia de todos os santos eu gostaria de só falar coisas boas. mas como baiana e como jornalista eu não posso. Essa mesma vista corre o risco de ser desfigurada por uma ponte (em nome da Copa do Mundo, talvez). Fora todos os otros problemas. Sente para tomar um sorvete ai perto do elevador e jure que não veio uma cigana encher seu saco querendo ler sua mão e eu vou perfuntar se voce foi na Cubana certa. Tem outra na Pituba, sem cigana, sem pivete, em lugar "seguro" mas sem a vista.
OBS: tem outra Cubana no Pelourinho


Nenhuma sequencia de fotos sobre a Baia seria completa sem alguma imagem do Yacht. Aqui, de noite, vazio, no silencio, quase dormindo. Durante muito tempo, o clube foi quase minha casa parte 2. Hoje vou pouco, mas reconheço a beleza do lugar. Que as novas gerações saibam apreciar e que o clube saiba preservar a Baia.

Mais Baia


Baia de todos os santos II - bem ao lado desse predio de lofts de luxo, mais precisamente entre os lofts e a Marina tambem chique, fica a praia da Preguiça. essa de águas plácidas e calmas. Essa praia é frequentada pelos moradores da favela próxima e dos bregas da Conceição da Praia. Então, de um lado, a nata da sociedade, de outro, o supra sumo da malandragem... Contrastes da Bahia que geralmente ficam escondidos pelas belezas naturais


essa é a vista do terraço do prédio da ABI, onde alguns dos andares são ocupados por orgãos da Prefeitura Municipal que deve horrores a Insituição e fica lá empatando não soimente a implatação de projetos importantes para a categoria dos jornalistas, como a recuperação do prédio, segundo Ernesto Marques, dirigente da associação. Pena que um patrimonio de onde se descortina um visual como esse esteja nesta situação. Culpa de um prefeito que não ama a sua cidade...

Baia de Todos os Santos - 510 anos


Baia de todos os Santos, niver hoje. Engraçado: o Rio comemorou com tudo que tinha direito o aniversario do Cristo Redentor. Os baianos simplesmente ignoram o dia em que foi descoberta a razão de ser do nome do Estado e do TIme, a Baia de Todos os Santos, a maior do Brasil e uma das mais belas

Saturday, October 22, 2011

Não se fazem mais novelas como Antigamente


Não se fazem mesmo novelas como antigamente e a maior prova disto é o remake de O Astro, sucesso de Janete Clair na década de 70, que a Globo vem exibindo por volta das 23 horas desde julho. Claro que os mais de 30 anos de distancia entre a primeira versão e hoje fazem diferença, mas a essencia da novela de Janele Clair foi embora com um excesso de violência, falsidade e maldade que não era preciso.

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Se o remake de O Astro não valer, então é só conferir Mulheres de Areia, de Ivani Ribeiro, que a emissora vem transmitindo no Vale a Pena ver de novo. esta novela realmente faz jus ao nome do programa. Vale a pena mesmo ver de noco e comparar com as duas novelas subsequentes: Malhação (mais maluca e sem pé nem cabeça do que nunca) e A Vida da Gente, esta ultima sendo chamada por ai de “Dramalhão das seis”. Depois de um mega sucesso como Cordel Encantado, realmente fica dificil. Ainda mais que nos ultimos dias vem concorrendo diretamente com Rebelde, o folhetim infanto-juvenil da Record.

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Rebelde acaba se saindo melhor do que Malhação e A Vda da Gente. É mais ingênua, os personagens são bonitinhos, tem humor, leveza e insere questões ligadas a juventude e adolescência de forma leve. Sem forçar barra ou dar liçõezinhas de moral muito baratas. Não tem o clima pesado e chato de Malhação que nesta temporada está pior do que nunca e prova que as novelas não são mais as mesmas. Dá saudade dos tempos de Mocotó e dos outros meninos dos primeiros anos da novelinha.

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Morde e Assopra terminou em clima de fantasia e cumprindo o papel de divertir. Entre tudo destaco Andre Gonçalves como Aureo. Estava engraçado e quebrou um pouco o ranço do politcamente correto que acaba se tornando chato quando algumas pessoas consideram que o engraçado é errado. Quanto a Aquele Beijo, o pouco que eu vi, não agradou, não. O problema maior é Grazi Massafera. Tanta atriz boa sem emprego…

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Fina Estampa merece ser deletada. Em Duas Caras, Agnaldo Silva já havia errado a mão e deixado a desejar. Dessa vez, nem parece o mesmo autor que encantou e prendeu o espectador com sua Senhora do Destino, em que contou o drama de Maria do Carmo e sua filha perdida e mostrou um pouco da vida na Baixada Fluminense. Resolveu mudar seu foco para a Barra da Tijuca e adjacencias e o resultado não tem sido dos melhores. pena que a Globo inista sempre com as mesmas formulas e os velhos autores. Que tal mudar?

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Vidas em Jogo segue a linha de outras novelas da Record: violência pura e algum histerismo. Para quem reclamou da violência que a personagem de Dira Paes vem sofrendo em Fina Estampa, tem o problema entre a personagem de Lucinha Lins e seu marido em Vidas em Jogo. Muito pior e mais violento, mas passando despercebido. Juliane Trevisol não está convencendo como a mocinha Rita. Mas, pontilhada de ex-globais, a novela não é melhor, nem pior do que as concorrentes. É apenas mais um folhetim. E pronto.

Retornando aos poucos



Choveu tres dias sem parar. Muitos transtornos na cidade, entre os quais, falta de luz. Um restaurante na Pituba ficou mais de 24 horas sem luz e somou prejuizos grandes.

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Brasil brilha no Pan. Segundo lugar no quadro de medalhas não só em esportes consagrados, como o volei feminino, medalha de ouro, como em modalidades que não são muito divulgadas como o tiro.

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A Record tem feito uma transmissão eficiente, até privilegiando a transmissão dos hjogos e competições em vez dos programas de sempre. Enquanto isso, a Globo se limita a um noticiario glacial sem imagens.

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Falando em TV, a TV Globinho até deu uma melhorada depois que mudaram os apresentadores. mas a Globo precisa definir que desenhos animados ela quer transmitir. Que tal tirar A Caverna do Dragão, eternamente reprisada, e colocar Os Padrinhos Mágicos.

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A Transalvador relaxou mesmo com a fiscalização do cumprimento da lei que proibe caminhões de grande porte fazendo carga e descarga nas ruas da Cidade. Ontem, no Itaigara, dois enormes caminhões burlavam a lei impunemente. Um deles, num hotel de cinco estrelas do bairro.

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Segundo uma funcionária do hotel “a proibição é só pra quem deixar os caminhões na rua. aqui ele entrou, olhe”. Nem tanto. Na verdade, o caminhão estava na entrada do estacionamento, tomando ainda uma parte da calçada de pedestre e uma da pista de automoveis.

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Hoje, 23h, no Restaurante Mariana, Rio Vermelho, acontece mais uma versão da festa Barrarosca Revival, pilotada por Moacy Melo e Mabel Dannemann, com músicas dos anos 80.

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Telefonema para uma empresa de doces e salgados: “Voces fazem torta vienense?:” resposta; “só a de chocolate”. “qual, a sacher torte”? “Não, a outra mesmo, só que não é de goiaba”. Pano rápido…

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Clientes da Vivo reclamam que a cada vez que entram no site da empresa, precisam fazer novo cadastro. Não dá para entender a complicação justo numa empresa tão conceituada.

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Filosofia de rede social: se alguem que você não conhece lhe solicitar amizade, isto, com certeza é Farmville (ou Cityville, ou Happy Pets, ou Ravenwood fair…etc).

Sunday, September 11, 2011

Não, eu não gosto de Roberto Carlos, e daí?

Fatima Dannemann

       Você sabe qual o titulo do último CD de Roberto Carlos? Você sabe cantar alguma música recente (não, não vale Emoções, e Como é grande meu amor por você é mais velha do que a Sé de Braga)? Aliás, em algum dos últimos shows que a Globo transmitiu o rei (?) cantou alguma música nova? Qual? Ah, não lembra. Então, não me venha com xurumelas. Você diz que gosta, diz que morre de amores por Roberto Carlos mas apenas segue uma tendência, a de que pra ser “sensível”, “bom”, “romântico” tem que gostar do cantor. Pois se for assim eu sou insensível, má e interesseira pois assumo: não, eu não gosto de Roberto Carlos. Acho o estilo de suas musicas cafona, e o que o separa de “astros” mais do que populares como Reginaldo Rossi é apenas o preço do ingresso dos shows, o público que se enfeita para ver e ser visto e o respaldo da Globo. Fora isso, merci beaucoup, mas entre ver um filme que eu já vi zilhares de vezes como um da série Batman SBT exibiu no ultimo sábado e o “inédito” e “superproduzido” show de Roberto Carlos em Jerusalem, eu preferi o Batman.

     Até dei uma olhada no show para ver aquele terninho que lembra farda de motorista (com todo respeito aos motoristas), aquele cabelinho de franja rala, o microfone virado de lado e toda a parafernália que cercam seus shows. Nada contra Roberto Carlos pessoa, que eu aliás nunca conheci, tudo contra o que ele se tornou. Onde anda o parceiro de Erasmo Carlos (aliás, o cabeça da dupla segundo tudo o que a historia revelou) em clássicos dos anos 1960 como Negro Gato, Sua Estupidez ou As curvas da Estrada de Santos? Dessas eu gosto, especialmente da última. Mas, me parece que chegando às décadas de 1970, 1980, 1990, Roberto Carlos resolveu seguir a trilha das músicas “românticas” (eu chamo de brega, mesmo, mas deixe o romântica entre aspas, porque é o rótulo nas lojas de disco). E então, formula pronta, RC começou a produzir discos e shows anuais e mais recentemente um cruzeiro marítimo que arrasta milhares de pessoas pelo litoral brasileiro e até gerou outros produtos semelhantes com duplas sertanejas e outros artistas.
Criou-se a imagem do ídolo “certinho”, tão politicamente correto que ninguém nunca soube sua opinião ou seu voto em nenhum momento da historia do pais, tão religioso que criou uma música que é tocada em todas as igrejas católicas no lugar da Ave Maria. Nunca vi entrevistas do Rei, nem coletivas nem exclusivas. Mas, também nunca vi Roberto Carlos em fotos de baladas de revista de fofoca. Até ai, tudo bem, o povo precisa de bons exemplos. Mas essa imagem dá também impressão de alguém inatingível, alguém que só pode ser visto ou no palco ou nas telas da TV, de longe, falando com aquela voz anasalada “são tantas as emoções”.
               Santas diferenças, Batman. O Roberto de hoje está longe do cantor da jovem guarda que junto com Erasmo Carlos, Vanderleia e outros que ninguém mais lembra o nome, eram os rebeldes dos anos 60. Rebeldes, sim. Mas até certo ponto. Eram os que andavam pelas estradas de santos a 320 km por hora, os que esnobavam carrões enormes, calças boca de sino mas pareciam ignorar que o Brasil vivia uma ditadura militar repressiva e das mais severas. Ou então, era a válvula de escape para isso, um modo de seguir a vida e apenas ser jovem, sabe-se lá. Ainda assim, era mais interessante e até mais rico musicalmente do que a baboseira em que a carreira de Roberto Carlos se tornou.
          Sim, baboseira. Talvez muitos pensem como eu, mas falte a coragem de assumir: Não, eu não gosto de Roberto Carlos. Tem gente que gosta, sim, que se descabela e até chora quando ver algumas cenas patéticas como Gloria Maria dançando valsa com o cantor. Bata-me um abacate e meio. Eu prefiro uma reprise do Batman. Pelo menos, Batman tem um conteúdo mais real como os conflitos humanos, a briga eterna entre bem e mal, a segurança e a violência em eterna guerra nas grandes cidades e em cada um de nós. No show de Roberto é tudo lindamente fake. Como quase tudo na Globo, aliás.