Fatima Dannemann
Thursday, July 07, 2011
Bandidos de novela
Fatima Dannemann
Tuesday, July 05, 2011
Letras e imagens
Água para elefantes - de Sara Gruen – Alem da descrição da vida errante nos circos americanos durante a década de 30, logo após a quebra da bolsa de valores, a grande depressão e a lei seca, o livro dá uma pincelada na vida que os idosos levam em abrigos ou internatos: cercados de cuidados, imersos em lembranças e esperando a visita da familia que nunca chega para bucar. A obra alterna a vida de Jacob na velhice e nos tempos em que era veterinário em um circo.
A Casa Torta – de Agatha Christie – muito provavelmente, o leitor vai precisar recorrer a sebo, bibliotecas ou pedir emprestado aos amigos para travar conhecimento com um(a) dos(das) mais perversos(as) criminosas que a autora inglesa criou. E os motivos futeis que levam ao assassinato, chocam. Detalhe, Agatha considerava este seu melhor livro. Pode não ser, mas vale a pena.
Filmes
Meia-Noite em Paris – Woody Allen traz um pouco de fantasia com direito a homenagem aos artistas e escritores que viveram em Paris e formaram a geração perdida. Tudo embalado pela musica de Cole Porter, num dos melhores momentos do cinema até agora. Imperdivel.
Tuesday, June 28, 2011
Produtos de Informática que gostariamos de ver
Mouse ensinado - Que tal ummouse que você não precisa ficar clicando? Basta dizer "role" e ele rola a página. Ou dizer "clique". Melhor é que este mouse poderia ter nome como se fosse um cachorrinho, gato ou hamster de estimação com a vantagem de não precisar veterinário, ração e coisas parecidas.
Web Cam Perfumada - Suprasumo da conectividade, esta web cam permitirá que você sinta os cheiros de seus amigos virtuais. Excelente meio de descobrir se seu amigo virtual toma banho ou não.
MP33 - Aparelho vintage para saudosistas. Em formato de radiola miniatura, o mp33 toca música imitando os antigos discos de vinil comarronhões, repetições e outros defeitos.
Olivento Letra 22 - Exclusivo Laptop em formato de máquina de escrever portatil com fita, zuada e teclas que quebram as unhas. Funciona igual a um computador mas ninguem mais reclamará quando faltar luz porque essa engenhoca funciona a pilha.
Friday, June 10, 2011
Literatura: Tres autoras
Há tres autoras que eu curto. Todas tres inglesas, de estilos e épocas diferentes, mas que eu recomendo ler:
Agatha Christie - Tem gente que torce o nariz. Diz que ela não é "literária". Mas uma pessoa que foi educada em casa, tinha dislexia e escreveu mais de 80 livros é no mínimo um gênio. A maioria de suas obras faz o gênero mistério policial. Ela escreveu romances, contos, peças de teatro, obras autobiograficas e livros não policiais (que eu ainda não li). Um dos charmes dos livros de Agatha é o cenário. Mansões campestres ou recantos a beira-mar em Devon e Cornualha, principalmente. A maioria dos crimes nos livros da autora se passa entre a nobreza, a alta sociedade ou mesmo familias ricas mostrando que a maldade está presente em qualquer lugar. Desde cidades cosmopolitas como Londres a tipicas aldeiazinhas como a St Mary Mead de Miss Marple, um de seus personagens mais conhecidos ao lado do detetive belga Hercule Poirot ou do casal de agentes secretos Tommy e Tuppence. Vale ler, os clássicos e transformados em filme: Assassinato no Expresso do Oriente, Morte no Nilo (um dos meus preferidos), Noite sem fim (tem um criminoso tão cruel que você acaba o livro querendo linchar ele), A Casa do Penhasco (um dos que eu mais gosto). Alem desses: Um gato entre pombos, Os crimes ABC, Convite para um homicidio, Tres ratos cegos (de contos e ótimo).
Daphne du Maurier - Quando se fala em Daphne du Maurier a pessoa logo lembra de Rebecca. Mas, a obra desta autora vai alem desse livro que foi imortalizado por Alfred Hitchcock na década de 40 com Joan Fontain no papel de Mrs de Winter (a personagem principal não tem nome). Pode ser tão dificil encontrar o filme em DVD quanto o livro em lojas de Salvador. Aliás, alguns dos livros de Daphne eu li apenas em ingles por falta de edições em portugues; Jamaica Inn, My cousin Rachel, Os americanos estão chegando são os mais conhecidos, todos ambientados na Cornualha (região do litoral oeste da Inglaterra, cheia de lendas inclusive algumas do tempo do Rei Arthur). Rebecca, curiosamente, se passa em outra região. No entanto , alem de ser o melhor é o que tem mais charme. E mais mistério. Daphne du Maurier é uma dessas autoras que marcam tanto que até hoje os paises de lingua inglesa estão em busca de alguma nova autora do mesmo calibre. Não encontraram.
Jane Austen - Muito antes de Razão e Sentimento e Orgulho e Preconceito terem virado filmes ou mesmo de serem homenageados em outras obras ( não faltam referencias em O Diario de Bridget Jones) eu já tinha lido os dois livros. E gostado do clima romantico, agua com açúcar mas muito bem escrito por esta autora inglesa. Quem quiser um retrato do que era a vida na Inglaterra antigamente, leia seus livros. Uma boa noticias é que eu vi, nas prateleiras das livrarias, edições bilingues de vários deles. Versão em filme (não sei se tem em DVD) tem tambem Emma (que gerou o subproduto chinfrim As patricinhas de Beverly Hills) e Persuasion. Confiram.
Friday, May 20, 2011
Perua: toda novela que se preze tem pelo menos uma
Saturday, April 02, 2011
A mágica das fábricas de refrigerante
Hoje, eu não tomo mais refrigerantes. Mas houve um tempo em que eu não passava som eles. Quando eu era pequena, eu adorava passar por fabrica de refrigerantes. Achava engraçado ver as garrafinhas passando vazias, uma máquina enchendo cada uma delas com a bebida, outra colocando as tampinhas metálicas que depois invariavelmente iriam para coleções da meninada.
As fábricas, antigamente, ficavam nos limites urbanos de Salvador. Tempos em que, ecologia, meio ambiente nem existiam, eu acho, e "progresso" significava fábricas e prédios com elevador. A da Coca-Cola, por exemplo, se tornou um endereço tão marcante que até hoje ainda há quem chame a entrada da Avenida Vasco da Gama de “Rótula da Coca Cola”. Não sei se foi o primeiro endereço da Coca Cola da Bahia, mas foi o mais marcante pois estive lá visitando quando eu era adolescente e depois – oba! – tive direito a tomar refrigerante de graça.
Perto da Fonte Nova, na entrada da Rua Djalma Dutra onde funciona a Tribuna da Bahia que foi meu endereço de trabalho por mais de uma década, havia outra. Não lembro qual. Crush, Laranja Turva, um desses “guaranás” que já não são vistos por aqui. O prédio era bonito. Devia ser dos anos 40 ou 50, sei lá, depois virou outra fábrica. Agora, eu não sei.
A mágica das garrafinhas era a mesma. Eu ficava admirada com aquele exército de garrafas de vidro (que estão voltando depois de anos e anos de poluição das embalagem pet). Na Calçada, havia outra dessas casas mágicas, a fábrica da Fratelli Vita – marca que também virou lenda, mas que tinha um guaraná bem mais gostosinho do que os de certas marcas pós-modernas. A Fratelli tinha uma construção em forma de Castelo na entrada da cidade, o que era ainda mais mágico.
De repente, as coisas mudaram. Não sei onde as fábricas funcionam, quais os refrigerantes preferidos, os procurados, os extintos. Coca Cola, Pepsi e seus genéricos, Fanta, Kuat, Schin, Tubaina, Crush, o que ainda existe ou não? Será que os meninos ainda visitam suas fábricas como eu visitei um dia e fiquei sabendo um pouco sobre essa invenção que seduz crianças e adultos a ponto de ter quem esnobe água quando está com sede e prefira um refrigerante? Eu já nem tomo mais refrigerantes e visitei outras fábricas, de vinho, de whisky. Mas, ai, a magia das garrafas é diferente.
Tuesday, February 22, 2011
Primeira pessoa: coisas que eu vi, ouvi, ou que simplesmente me impressionaram
Nota número 1 - Alguem precisa dizer a Rede Globo que a maioria das monarquias no mundo são vitalicias e hereditarias e que isso não pode nem deve ser confundido com ditadura. Exemplo claro: a Rainha Elizabeth II da Inglaterra está no poder há uns 60 anos e a Inglaterra é muito mais democracia do que Cuba, onde o poder passou de irmão pra irmão, sem eleição, sem nada, e lá nem tem rei, tem presidente. O problema do Marrocos, Bahrein e outros paises onde o povo está protestando é a FALTA DE LIBERDADE e as desigualdades sociais. Isso é que sufocou tanto o povo que chegou a hora de dizer basta. Mas a repórter da Globo ontem, no Jornal Nacional, insistia em comparar a Jordania e o Marrocos com a Libia. Dois pesos e duas medidas, santa...
Talvez o que não esteja dando certo seja o exagero do fanatismo.
Nota numero 2 - Pode ser que Cisne Negro não ganhe o Oscar. Pode ser que Natalie Portman perca para outra atriz que ande fazendo papel de "ooooh, coitadinha" ou que tenha se vestido de homem. Mas, Cisne Negro (Black Swan) é o melhor filme da temporada. Pelo menos, entre os filmes que eu vi nos ultimos tempos é o que mais me impressionou. È um filme que dá o que pensar, instiga, impressiona e para os psicologos junguianos é um prato cheio. Só está mal vendido: dizem que é um filme de ballet e não esclarece muito pouco. Por acaso, a historia se passa durante os ensaios do Lago dos Cisnes, mas poderia se passar numa faculdade de moda, num shopping center ou qualquer outro lugar. A alma humana é sempre a mesma.
Nota número 3 - A idiotice anda rondando a programação da Globo especialmente as novelas; Em Araguaia, ninguem se lembra de denunciar Max Martinez por todas as barbaridades tipo: carcere privado, invasão de privacidade, tentativa de assassinato e mais monte de coisas. Em Tititi, ninguem se lembra de conferir junto as autoridades a identidade da "titia" que na realidade é mãe de jaques Leclair. Sem falar no papel de idiota a que submetem a imprensa. Nenhum jornalista, mesmo os mais ávidos por fofocas, se prestam a certos papeis como de entrevistar uma Stefany absolutamente anonima para queimar fulano ou sicrano. Mais: com certeza os BONS jornalistas iriram ouvir os outros envolvidos na historia. Por fim, INSENCHATO Coração. Nenhuma mulher conseguiria ser tão idiota quanto Gloria Pires... A novela é tão ruim que eu me pergunto se não foi por isso que Ana Paula Arosio e Fabio Assunção tiraram o deles da reta.
E finalmente o BBB: Gente, tirem a Talula... Com urgencia. A mulher é mais trancinheira do que uma ordinária que eu tive o desprazer de conhecer em meus tempos de Trivuna da Bahia... è a que se faz de amiga, a que planta uma fofoca aqui, uma ideia ali, e faz ameaças disfarçadas. Pior que a besta da Paulinha acredita em tudo e podes, crer: antes do final de semana ela sai do BBB...
Wednesday, February 02, 2011
Gato, nem malandro, nem malvado
Cesta Basica: Para Dominar Geral
quanto custam gramáticas e dicionarios
Tuesday, February 01, 2011
Primeira Pessoa: Certo dia, na redação do Tapinha
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O titulo era invariavelmente o mesmo, "certo dia, na redação do Tapinha". Isso porque eu dizia que no dia em que eu tivesse um jornal, sairia ao meio dia. Meus argumentos. A pessoa acorda de manhã e já tomava a "porrada matutina" nos jornais. Saindo mais tarde, o impacto seria de apenas um tapinha, aquele que dizem que não doi. Mas doi, sim. Só que menos. Mas isso foram nos idos dos anos 80. O mundo era outro. A ditadura já sufocava menos, os exilados voltaram, começamos a gritar Diretas Já . As diretas nem vieram logo. Vi Tancredo morrer, o cruzeiro virar cruzado, depois cruzeiro, depois cruzado novo dependia do Plano da vez. Meus personagens mudavam de acordo com o vai e vem da redação. Leleonel era tão grande que só aparecia as pernas nas historinhas. Dorival Penacho era um índio. Criei o personagem inspirada num apelido que Marquinho Moreira colocou em Derval Gramacho, colega e amigo que depois namorou e casou com Vitoria (a Vivi das historinhas) e foram felizes para sempre apesar de alguma oposição (sim, existem espíritos de porcos até em redações de jornal).
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A Tribuna nos dava uma certa liberdade de expressão e essa era exercida no mural. Normalmente murais são instrumentos oficiais para ficar comunicados iternos, proibições, tabelas de aniversarios, etc. Pois no nosso dava de tudo: listas, abaixo assinados, gracinhas, comentarios, piadas, concursos de miss e - acho que era o preferido da galera - o de Rainha da Primavera. Só dava Oliveira ou Jolivaldo em primeirissimo lugar porque os concursos geralmente eram unissex: valia viotar em quem quisesse a ambos tinham flairplay suficiente para desfilar. Eram esses momentos "tapinhas", que alem de não doer acabavam agradaveis, que dava animo para os momentos porrada.
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Trabalhar até tarde significava não só - para mim a gloria - a garantia de uma materia assinada e com destaque mas que depois teriamos uma ótima desculpa para ir ao Abaixadinho lavar roupa suja, passar roupa limpa, tomar uma e fazer hora enquanto decidia-se para onde ir. É que lá pelas tantas chegava alguem com recados tipo "eu soube que vai ter uma festa na casa de fulano". E ia todo mundo na cara de pau. Se era verdade, ótimo. Se não, havia sempre um boteco nas imediações. O jornal era pequeno comparado com outras corporações editoriais. Por isso todo mundo se conhecia. As festas eram animadíssimas especialmente as da casa de Aidil, telefonista, que começavam pela manhã e só terminavam altas horas da noite. Mas trabalhavamos muito. O salário não chegava a ser lá essas coisas, a inflação comia tudo. Eram épocas dificeis. Momentos tensos eram mais frequentes do que os relax e uma vez cheguei a fazer uma contagem tregressiva quando um chefe saiu de férias e outro foi substituir.
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Não, eu não sou saudosista. Era uma vida de cão, mas até os cães são felizes e eu tive muitos momentos felizes. Mas é como se eu estivesse vivendo aquilo tudo ao vivo, hoje. Eliana, secretaria, pedindo silêncio enquanto pegava a lista de sepultamentos. Valdemir me dizendo "leia a pauta, olhe que o lead está na pauta". Mara Campos, sempre serena. Roque Mendes e seu excesso de organização de virginiano. Os "Menudos", os diagramadores: Jorge, Geneumir, Vado, Marcos. Esse papo todo é só para contar sobre a comunidade Velha Tribuna da Bahia, que está bombando no Facebook, reunindo muita gente boa. Fundadores como o professor Sergio Mattos, famosos como o deputado Jean Willys, e muito mais. Um ponto de encontro de um jornal que foi escola e inspiração para muita gente e que mesmo com dificuldades continua vivo, graças a Deus.
Monday, January 31, 2011
Um ponto no maps: Uma ilha, duas bandeiras e seus contrastes
Nas revistas, anúncios e páginas de turismo, Saint Martin ou Sint Marteen é vendida como “um dos melhores e mais bonitos pontos do Caribe”. Não é exagero. Esta ilha de 80 mil habitantes, dividida entre franceses e holandeses, é de fato um presente dos deuses para nativos e turistas. Belíssima, com vistas para outras ilhas como Anguila e Saint Barth, a ilha de dupla nacionalidade possui lagunas, enseadas, Marinas, resorts e um porto que recebe anualmente os maiores e/;ou mais luxuosos navios e iates de cruzeiros do mundo.
Um marco no alto de uma colina, revelao que a ilha tem de peculiar. De um lado,
uma bandeira de cores azul, vermelha e brancacom listas horizontais, De outro, uma bandeira com as mesmas cores de listas verticais. Sim, Holanda e França dividem a ilha onde moram cerca de 100 mil pessoas, entre nativos e imigrantes, que vivem basicamente de comercio e turismo, habitando as duas capitais Marigot (francesa, onde circula o euro, e é, segundo os próprios nativos, “mais organizada”) e Phillipsburg (holandesa, onde circula o dólar e o florin, e é, segundo os turistas, “mais alegre, lembrando o clima de Amsterdan”).
Nesta ilha, a água é obtida através de dessalinizador. Nãio há rios nem fontes de água potável. No lado francês, é proibido cassino e outros jogos. No lado holandês, a fila na porta do ministério do trabalho revela que, alem dos locais, imigrantes também lutam por uma colocação nos resorts ou condomínios de luxo que existem na região. No comércio, predominam orientais. Chineses e indianos principalmente. Mas, assim como em ilhas vizinhas, os visitantes podem comprar jóias e semijoias baratinho e ainda se deliciar com vitrines de lojas de griffes e produtos importados. Mesmo com os contrastes, não se vêem mendigos nas ruas e povoados da ilha.
Friday, November 19, 2010
Agenda Zen

Programa Florescer – Encontro de um dia para crianças de cinco a 12 anos com o objetivo de desenvolver a consciência ecológica. Será realizado na Escola Acalento, em Lauro de Freitas, nos dias 5 e 18 de dezembro das 9 as 17 horas, com yoga, harmonização, atividades criativas e ecológicas. Maiores informações pelo e-mail florescer20102011@gmail.com ou pelo telefone 82419797
II Corrida Noturna do Litoral Norte – Acontece no dia 11 de dezembro em Costa do Sauipe com percurso de 6,5km e desafio de 13km. Festa de encerramento com show de Jau. Inscrições abertas pelo telefone 2203-4244.
Que fim levou - Depois de um ano e meio em Portugal, Joana Balaguer volta a TV Brasileira em Sansão e Dalila

Na décima-segunda temporada de Malhação, uma atriz de 1,77m e enormes olhos claros chamou a atenção do público. Era Joana Balaguer que fez a Jaqueline na trama, fazendo o terceiro vértice de um triângulo amoroso que incluía os personagens dos atores Tiago Rodrigues e Fernanda Vasconcelos. A temporada acabou, Joana passou ainda pela Dança dos Famosos até que, no ano passado, mudou-se para Portugal onde passou um ano e meio e gravou uma novela, Lua Vermelha.
De volta ao Brasil, Joana Balaguer mudou o visual, e grava a série Sansão e Dalila que deve estrear em janeiro próximo na Record. Neste novo trabalho, ela será Yumet uma jovem cortesã que sonha se casar com Aron e mudar de vida. Ela é uma das aliadas da protagonista, Dalila, que será vivida por outra ex-global, Mel Lisboa. A atriz, que em 2009 foi internada com problemas de saúde (o que teria motivado, segundo revistas e sites de fofoca, o seu afastamento da dança de famosos), elogiou a preparação para a série da Record que incluiu aulas de história e de dança.
Joana Balaguer é apenas mais um exemplo de atores e atrizes “revelados” pela Globo que, depois de certo tempo, são colocados na geladeira em detrimento de “caras novas” e “darlings da vez”. Outros atores e atrizes tem deixado a Globo em busca de outros trabalhos inlcusive papeis de muito mais destaque do que o que a “Venus platinada” costumava oferecer.
Wednesday, October 13, 2010
Agenda Zen
II Corrida Noturna do Litoral Norte – Acontece no dia 11 de dezembro em Costa do Sauipe com percurso de 6,5km e desafio de 13km. Festa de encerramento com show de Jau. Inscrições abertas pelo telefone 2203-4244.
Aula de Yoga com Café da manhã – dia 16 de outubro a partir das 8h30 com a professora Ludmila Rorh. Pede-se levar um alimento para compartilhar (frutas, pão, etc) e o mat. Local: Espaço Mahatma Gandhi, rua Rio de Janeiro, 694, Pituba. Informações pelo telefone 3248-7533.
Palestras abertas – proferidas pela psicóloga e instrutora de yoga, Ludmila Rohr, dias
21/10 (quinta-feira) - 19:30h Tema: A mente Concentrada : (com prática de concentração). 27/10 (quinta-feira) - 19:30h Tema: Buscamos Felicidade ou Alegria?
03/11 (quarta-feira) 19:30h Roda de Vibração e Oração pelo Planeta e pela Humanidade. No Espaço Mahatma Gandhi, rua Rio de Janeiro, 694, telefone 3248-7533, Pituba. Ingresso: duas latas de leite em pó.
Mini retiro de meditação - Dia 17, das 8h30 às 16h30 -Sem o Lama Padma Samten. CEBB Salvador. 13h - Pratica de Oferendas. Quem desejar pode trazer oferendas de alimentos variados, flores, incenso tibetano; vela de 7 dias vermelha CEBB Salvador Rua General Labatut, n° 137, sala 12 – Barris Shopping Colonial, próximo a Biblioteca Central 71 9134.8455 / 71 8243.8842
outras cidades
Workshop Ho’oponopono – do básico ao avançado com Alexandre Chagas e Eliana Mathos dias 16 e 17 de outubro das 10 as 19 horas Trata-se de uma técnica milenar a qual possibilita a cura ao mesmo tempo em que o aplicador da técnica efetua uma auto-cura. O segredo dessa técnica reside na conexão pessoal com a presença divina interior, bastando que efetue a conexão de maneira adequada e entenda como a técnica funciona. Espaço de Terapias Vibracionais - Rua: Annes Dias 112 conj 142 - Centro - Porto Alegre - fone: (51) 3013 9600 e (51) 96875802
Sunday, September 26, 2010
Nas estantes
A casa das lembranças perdidas – Kate Morton – a autora vem sendo comparada a Daphne Du Maurier pela atmosfera de mistério de seus livros. Uma velhinha, aos 99 anos, lembra os tempos em que trabalhou numa mansão campestre inglesa e o segredo que ronda o suicídio de um jovem poeta na década de 20.
O símbolo Perdido – Dan Brown – quem for realmente fã do autor até gosta do livro que completa a trilogia do expert em símbolos, Robert Langdon. Dessa vez, o alvo é a maçonaria. Mas falta ao romance a novidade de O Código da Vinci. O livro não é de todo ruim, mas tem passagens monótonas e pode cansar os menos curiosos.
Coco Chanel e Igor Stravinsky – Christine Greenhalg – Badalado pela mídia, o livro conta o encontro de Chanel e o compositor primeiro na estréia de Sagração da primavera e sete anos depois quando eles têm um affaire romântico.
Um certo verão na Sicilia – Marcela de Blasi – Marlena de Blasi e seu marido chegam a uma misteriosa Villa no interior da Sicilia e lá vivem uma experiência única que resulta num relato emocionante e vem conquistando leitores em todo o mundo.
Agenda Zen

Conectando-se ao curador interno – palestra de Lika Queiroz, psicóloga, professora do Instituto de Psicologia da UFBA, fundadora e diretora do Instituto de Gestalt Terapia da Bahia no dia 30 de setembro, 19h30min na Livraria Saraiva do Shopping Salvador.
Palestra É possível viver praticando a Não-violência e a Verdade? – proferida por Ludmilla Rohr, Psicóloga, Instrutora de yoga, Fundadora do Espaço Mahtama Gandhi. As 19h30min do dia 7 de outubro no Espaço Mahatma Gandhi, rua Rio de Janeiro, 694, Pituba
Outras cidades
Workshop Ho’oponopono – do básico ao avançado com Alexandre Chagas e Eliana Mathos dias 16 e 17 de outubro das 10 as 19 horas Trata-se de uma técnica milenar a qual possibilita a cura ao mesmo tempo em que o aplicador da técnica efetua uma auto-cura. O segredo dessa técnica reside na conexão pessoal com a presença divina interior, bastando que efetue a conexão de maneira adequada e entenda como a técnica funciona. Espaço de Terapias Vibracionais - Rua: Annes Dias 112 conj 142 - Centro - Porto Alegre - fone: (51) 3013 9600 e (51) 96875802
Cesta Básica - Miscelânea de compras

Travesseiro Nasa – R$ 40,00
Jogo de sobremesa inox com 12 peças – R$ 26,00
Escorredor de pratos inox (para 16 peças) – R4 140,00
Estojo Agua de Cheiro – R$ 60,00
Blusa de malha infantil com lacinhos – R$ 25,99
Bermuda infantil – R$ 36,00
Boneca Barbie Vida de Sereia- R$ 90,00
Máquina fotográfica dogotaç DSC - S2000 Siny – R$ 400,00
Fontes – Lojas Americanas, Jurandir Pires, Marisa e Agua de Cheiro
Friday, September 24, 2010
Italia em menos de três semanas e gosto de quero mais

Fatima Dannemann
Imagine percorrer, em pouco mais de 2 semanas, norte a sul da Italia, numa viagem em grupo mais do que heterogêneo. Pois foi o que eu fiz. Uma verdadeira corrida que me rendeu umas 750 fotos (as melhores), novas amizades, boas lembranças, mas muito cansaço e alguma intolerância com as mazelas da viagem. Claro que quem ganha são os operadores. Principalmente porque incluem no programa city-tours completamente dispensáveis como os de Veneza, Parma e Bologna (onde aliás nós não vimos a universidade, uma das mais antigas e mais importantes da Europa). Nem tudo é ruim, no entanto, numa viagem como esta. Conhecer lugares como as Cinque Terre ou Portofino é o must da viagem, mas a ida relâmpago a Ilha de Capri, onde você pensa que viu alguma coisa, mas na verdade não viu nada, faz você lamentar o preço pago pelo pacote (a viagem foi tão corrida que eu prefiro chamar de pacote. Na primeira vez, passei 22 dias na Italia, dessa vez, apenas 19. A operadora me deve pelo menos um dia em Capri e mais dois em Roma, no mínimo). Fazendo a ficha da viagem com as avaliações, vamos lá.
Grupo – Heterogêneo, com alguns idosos, duas jovens, algumas “malas”. Mas no geral, foi uma das melhores coisas da viagem. Faltou “gás” em alguns passageiros. Outras preferiam ficar em lojinhas comprando bugingangas. Mas tudo isso “faizz parte”...
Hoteis – A maioria foi da cadeia NH. O de Milão e Roma eram bons. Mas o de Florença era um horror com cortina despencando, ar condicionado quebrado (e um calor infernal) e discriminação no café da manhã. O de La Spezia não era ruim mas não merecia quatro estrelas. Em Assis, o hotel era o Dal Moro. Novo, simpático, com um restaurante excelente. Em Veneza, o Bonvecchiati fica muito bem localizado, e o hotel é maneiro. Sorrento prometia o melhor hotel com vista pro mar, piscina, etc. Mas, no Europa Palace, como descobrimos, tem um lado Palace, mais chique com varanda dando para o mar e banheiros enormes e um lado “pensão palácio”. Advinhe em que lado fomos colocados?
City tour e guias locais – Parma, Veneza, Bolonha e Roma, que city tours foram aqueles? Em Parma, tudo se resumiu a mostrar um parque, o palácio dos antigos reis, e a praça principal da cidade onde tem lojas de griffe e restaurantes chiques. Qualquer pessoa vê aquilo tudo sozinho. A guia de Bolonha chegou a dar um fora: “aqui são monumentos em homenagens póstumas a doutores em direito falecidos”. Perguntamos onde ficava a universidade. “Mais pra lá”. Em vez de faculdades, vimos uma loja de queijo e presunto. Mostrou a torre mais alta da cidade, disse que tinha elevador para ver “a vista da cidade em 360 graus” mas que “não vai dar tempo de subir porque não está incluída na visita”. Preferia tempo livre para fazer o que eu quisesse. Em Veneza, nova enrolação. A guia se limitou a mostrar a Praça de São Marcos e a Catedral (que qualquer pessoa vê sozinha e sem pagar). Roma foi corrida, a visita ao Vaticano superficial. Era domingo, a guia omitiu que no último domingo do mês a visita a Capela Sistina é gratuita na parte da manhã (fomos lá de tarde e apenas a Catedral de São Pedro) e ainda queria impor que almoçássemos num “self-service” no Vaticano para ganhar tempo (não sei que tempo...) depois de barrar as sugestões de almoço na Piazza Navona (mais animada e com muito mais opções). Meu único dia em Roma, então, só não foi um completo fracasso porque aproveitei a meia-hora (sim, meia hora) na Fontana de Trevi (que eu já conhecia) para fazer comprinhas na liquidação da Benetton.
No entanto, a pior atitude foi a da guia local de Florença (cidade e povo realmente antipáticos). A visita se resumiu a mostrar (por fora) a Catedral, o batistério, a Praça da Senhoria, o mercado da Palha e a Ponte Vecchio. Só. Santa Croce, onde estão enterrados muitos cidadãos ilustres da época do renascimento, Palazzo Pitti e até o Mercado de São Lourenço (um camelódromo famoso em Florença), foram solenemente ignorados. O pior, entretanto foi a atitude da guia de debochar do grupo com outros guias, camelôs e conhecidos dela que passavam pelo local. Um desrespeito a quem estava pagando por um passeio melhor e um pouco mais de simpatia, coisas que Florença ficou devendo.
Guias dignas de nota - Como nem tudo são espinhos, valeu a atuação de Elena, a guia dos Lagos Maggioni e Como, que além de bonita, simpática e muito bem informada, mostrou também vários pontos turísticos de Milão no caminho entre a entrada da cidade e o hotel. Nadia, a guia da Liguria, também teve uma ótima atuação, inclusive ficando responsável pelo grupo quando o guia brasileiro responsável precisou se ausentar opara socorrer uma pessoa da excursão que adoeceu. Claudia e Débora, guias, respectivamente, da Toscana e da Costa Amalfitana não decepcionaram. Mostraram tudo, deram indicações de restaurantes para almoçar e Débora ainda brindou as pessoas com canções italianas entoadas à capela com sua excelente voz.
Sugestões – em vez de ir pro sul (Milão – Liguria) e depois pro norte (Liguria-Veneza) uma sugestão é ir de Milão para Veneza e incluir duas visitas interessantes no programa: Verona, que foi a segunda cidade mais importante do Império Romano (salvo engano) e Sirmione, no Lago de Garda, um lugar lindo oferecido apenas como opcional, caríssimo e que ninguém quis por causa do preço.
Outra sugestão: mais um dia em Capri e mais uns dois dias em Roma. Da mesma forma, que tal incluir Pompeia no programa? E falando em Pompeia, uma crítica: ninguém viu o anfiteatro, a casa de Loreio Tiburtino, e a escola de gladiadores(que eu vi da primeira vez. Ainda bem). Mais uma sugestão, em vez de simulações de passeios guiados em Veneza, Parma e Bolonha, melhor dar tempo livre para atividades pessoais.
Guia responsável – Um dos méritos desta viagem ter dado certo (para mim e meus irmãos, pelo menos) foi a atuação do guia brasileiro responsável, Felix, que fez de tudo para compensar possíveis falhas (como a das guias de Veneza e Florença), mostrando o que ficou faltando ver (em Veneza, muita coisa, mas da próxima vez eu largo o grupo e vou passear sozinha, a pé ou de4 barco). Felix, também, foi pai, mãe, filho e avô para Dona Rosa e a sobrinha Suzana, no caso de saúde que resultou no internamento hospitalar da senhora em Genova.
Melhores passeios – Cinque Terre, claro. Punk, cansativo, com momentos radicais como o embarque na lancha de Vernazza para Monterosso em meio a uma quase ressaca, mas que me deixou com vontade de voltar. Portofino e Rapallo, lindíssimos. Região dos Lagos, fantástica e o primeiro passeio de barco pelo lago eu juro que eu jamais esquecerei.
Thursday, September 23, 2010
Cesta Básica – Para ficar tudo limpinho
Friday, September 17, 2010
Certo dia na janela do museu…
Veneza é única, emblemática, cinematografica, bela, admito. Estive lá por tres vezes, ainda não deu para ver tudo mas dessa vez, acho que é porque estava fazendo sol, o bicho pegou…
Estava no museu de arte da cidade quando de repente sobe um fedor descomunal. Vinha de uma janela. Era o canal que cerca o predio, na Praça São Marcos. Lindo. Mas fedorento. Como varios outros.
Apesar disso a cidade – que aliás não é barata – fervilha. Lojas cheias, bares cheios, museus cheios, tudo absolutamente lotado. Mesmo com o “perfume” do canal, Veneza é uma festa e vale a visita.
Flores para quem merece flores e espinho para quem precisa
Mundo Animal - Sagrada na India e no resto do mundo (por razões diferentes)

Na India, a vaca é sagrada, cultuada como divindade. Atrapalha o trânsito, em algumas horas, justo porque ninguém quer se arriscar a atropelar o animal e sofrer a fúria dos deuses. No resto do mundo, a vaca ocupa posição de destaque como fornecedora de leite, carne, couro e outros produtos, embora, para alguns radicais, é a criação do gado bovino uma das responsáveis pelo desmatamento em várias regiões já que florestas acabam transformadas em pastos alterando o ecossistema do planeta.
Injustiça com o animal que vive nos mais variados continentes e nas mais diferentes condições climáticas. A vaca é a fêmea do Bos taurus , o gado bovino, do qual existem duas subespécies, o bos taurus taurus, o gado taurino, originário da Europa, e o bos taurus indicus, o gado zebuíno, natural da India. Os cruzamentos entre os indivíduos de ambas as divisões é frequente tanto em programas de melhoramento genético dos rebanhos, quanto em propriedades onde a monta é natural e sem controle algum. Esses híbridos são muito usados para combinar a produtividade do gado taurino com a rusticidade e adaptabilidade a meios tropicais do gado zebu.
O boi é o macho castrado e o touro é o macho com aptidões reprodutivas. O gado bovino descende do auroque na Europa e do gauro, na Asia, e começou a ser domesticado há 6 mil anos. Servia como animal de carga e só era comido caso morresse. A carne bovina é largamente consumida em todo o mundo, principalmente nos países de origem latina, e é vendida em pedaços, bifes, moídas com as variantes de nomes dado a cada tipo de carne extraída de determinadas regiões do boi/vaca.
Fonte: wikipedia
Saturday, September 04, 2010
Parada no tempo, Florença morreu e não sabe

Fatima Dannemann
Não sei o que eu vi em Florença na primeira vez que estive lá. Nesta segunda vez na principal cidade da Toscana, que a Globo andou mostrando nos primeiros capítulos da novela das nove, Passione, minha reação foi de decepção e perplexidade. Não com as obras de arte, que são maravilhosas, não com o rio Arno que corre sereno sob as pontes, mas com o povo, que deve ter herdado dos Medici (que nunca foram flor que se cheire e a historia prova isso)arrogância, racismo, falsa superioridade e uma tremenda grosseria.
Sim, quem visita Florença deve se ater somente às obras de arte e esquecer que ali nas casas, lojas, ruas e até na Ponte Vecchio moram, trabalham e passeiam seres humanos. A antipatia e o esnobismo estão presentes até nos guias locais de turismo que vira e mexe, quando encontram camelôe, porteiros de museu, e outros guias, não poupam o veneno e debocham das pessoas que estão ali afim de novidades, fotos e se deliciam com detalhes da catedral ou as estatuas das praças da cidade.
No café da manhã, quem for sul-americano e viajar em grupo se prepare para ser discriminado. Não tente ir para o salão principal, pois será sumariamente posto para fora por um garçon deselegante que vai dizer "grupo é lá em cima". O café dos grupos será sempre num salão secundário, sujo, onde pairam sobras na mesa. E nem reclame, garçons e garçonetes são arrogantes e lhe tratarão como se eles fossem os Medici e você um reles escravo.
Pior é que a cidade nem é tão bonita como eu me lembrava. Suas ruas são escuras. No centro, faz calor porque os becos são estreitos, não há arvores e poucas sombras. Para comer, poucas opções. Os moradores de Pisa detestam Florença e seus habitantes e eu vi porque. A maldade dos Medici ficou em Florença (apesar da beleza das obras de arte). Depois de um "passeio" pela cidade mais falso do que nota de tres dólares, minha impressão é a de que Florença parou no Renascimento, morreu e não sabe. Melhor dar um giro en passant e seguir viagem. Menores, mas mais acolhedoras, Siena e San Gimignano dão de goleada em tudo: até na simpatia.
Stress? Não, Stressa!!! (com cinco estrelas e mordomias)

Como dizia Odete Roitman, "não há nada civilizado ao sul de Milão". Stressa, no entanto, fica ao norte de Milão, em pleno Piemonte e às margens do belíssimo Lago Maggiori. A cidade é pequena, mas acolhedora, chique e se orgulha de seus hoteis de cinco estrelas onde não faltam mordomias como sofás no jardim, coisa que no Brasil seria impensável (ainda mais em jardim sem muro como o da foto).
Jardins à beira do lago, ruas de pedestre cheia de lojinhas, parques, hoteis que guias mostram com orgulho são algumas das atrações da cidade. Ali perto, em meio ao lago ficam as Ilhas Borromei (tem um santo, Carlo Borromeu, que era dessa familia, poderosíssima, aliás, em eras mais remotas). Num passeio de barco de duas horas dá pra ver as ilhas e de quebra ainda conhecer outra cidade, Verbania, que fica na outra margem do lago.
O Lago Maggiori é enorme. Em dias claros, dá para ver a Suiça que fica lá no finalzinho, com as cidades de Locarno e Ancona, no cantão do Ticino. Mas, a Suiça é outra história...
Monday, August 09, 2010
Salve-se quem puder, já que a Transalvador nunca pode fazer nada

Se você estiver na Pituba e precisar atravessar a rua, fuja da sinaleira que fica na esquina da Paulo VI com a Território do Guaporé que se tornou um mero acessorio e é solenemente ignorada pelos motoristas.
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Chega a um ponto que é preciso andar mais de um quarteirão para ir à farmacia que fica exatamente do outro lado da rua porque é impossivel atravessar a pista. E esse nem é o único problema da Avenida que é uma das principais do bairro.
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Outro problema sério são os carros parados em cima do passeio. Muitas peruas quando vão a salões, boutiques e centros de estéticas da rua sobem o passeio em alta velocidade para “garantir a vaga” sem se importar que aquele espaço é do pedestre.
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Manobreiros ainda impedem a passagem com sombreiros e cadeiras. Se a pessoa pede licença eles mandam descer para o asfalto (onde já aconteceram vários atropelamentos) e reclamar nas lojas e boutiques da área é impossivel: vendedorinhas debocham de sua cara.
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O mais grave desses e outros problemas da Avenida Paulo VI é que isso acontece bem em frente da casa das tias do prefeito João Henrique que aliás mora ali bem pertinho, no Pitubaville. Mas parece que ninguem vê nada.
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Só para concluir: e a insegurança na área? Uma farmácia de uma rede muito conhecida em Salvador já foi assaltada trocentas milhares de vezes. Uma loja de depilação foi assaltada numa hora de pique, saiu até na TV.
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Falando em insegurança, melhor não passar pelo Parque da Cidade em hora de engarrafamento: na última sexta-feira, um ladrão quebrou o vidro de um carro, fez a festa nos pertences da dona do veículo e saiu na maior cara-dura.
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Polícia? Isso existe em Salvador? Se existe deve estar em férias coletivas. Melhor o governador ficar atento ao problema ou então desistir de seus planos de reeleição já que a população está sem o mais básico de seus requisitors, a segurança publica.
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Os shoppings de Salvador devem ficar atentos aos estacionamentos: várias vezes procura-se vaga logo nas primeiras horas do funcionamento e não se acha. Especula-se se não seriam pessoas que vão a outros prédios próximos onde o estacionamento é pago.
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Grita geral nos consultórios médicos: ninguem aguenta mais tomar chá de cadeira. Que tal o governo estabelecer multa pelos atrasos? Há quem diga que isto não ia adiantar e ia tornar o atendimento ainda mais precário.
Thursday, May 20, 2010
Um ponto no mapa: Farol da Barra
entrada da Baía de Todos os Santos. É um dos marcos mais famosos da cidade
de Salvador, e um dos points mais concorridos da cidade. Até os anos 70,
começo dos anos 80, era chic, e nos fins de semana "bombava" de adolescentes
e jovens desfilando roupas novas, carros novos, e outras coisinhas mais. Com
a cultura axé levando o carnaval até a Barra, o cenário mudou. Hoje, a Barra
não é mais a mesma, mas existe um movimento de revitalização do Bairro. No
ano passado, o forte foi abraçado por pessoas vestindo branco pedindo as
autoridades que salvem o bairro da decadência.
Mas, o monumento é bonito, no forte funciona um museu de oceanografia, em
frente fica um dos primeiros prédios residenciais da Orla de Salvador, o
Oceania, datado dos anos 40 e uma pérola da arquitetura da primeira metade
do século XX. No carnaval fica tudo tomado por camarotes, engenhocas para
televisão, e praticamente intransitável até para foliões pipoca.
Sunday, May 16, 2010
Na onda da Copa do Mundo
De quatro em quatro anos, todos os cantos do país ficam verde e amarelo por conta da Copa do Mundo. Na onda da torcida, as lojas já estão oferecendo produtos para fazer a festa. Antes eram só camisas, agora, tem de tudo, até perucas soutien e calcinhas com as cores do Brasil.
Corneta com bandeira R$ 4,99
Cartola R$ 24,99
Peruca Chanel R$ 24,99
Camiseta adulto masculina R$ 14,99
Camiseta adulto feminino R$ 16,99
Camisetas intantis R$ 9,99
Óculos grande R$ 5,99
Bandeira do Brasil R$ 14,99
Soutien R$ 24,99
Calcinha R$ 12,99
Sacola reutilizável R$ 1,99
Havaiana teams R$ 22,99
Taça para cerveja R$ 2,99
Kit torcedor (bandeja e acessórios) R$ 29,99
Almofada Brasil R$ 16,99
Kit de esmaltes de unha R$ 6,99
Fonte: Lojas Americanas
Sunday, May 02, 2010
desrespeito
"não podemos fazer nada". Não adianta reclamar que carros invadem o sinal e
param na faixa de pedestre, eles respondem que "tem pedestre que atravessa
fora da faixa". Pior, esses ai estavam com criança, a caminho da Parada
Disney





